sábado, 18 de abril de 2009

ESPÍRITO



Espírito, Espírito, Espírito Santo de Deus.
Espírito, Espírito, Espírito Santo de Deus.
Vem controlar todo o meu ser,vem dirigir o meu viver.
O meu pensar, o meu falar, o meu sentir, o meu agir.

PODES REINAR



Podes Reinar


senhor eu sei que é teu este lugar
todos querem te adorar
toma tua direção
vem ó Santo Espírito
os espaços preencher
reverência a tua voz vamos fazer

podes reinar
Senhor Jesus oh sim,
o teu poder teu povo sentirá
que bom Senhor
saber que estás presente aqui
reina Senhor neste lugar

visita cada irmão oh meu Senhor,
dá-lhe paz interior,
e razões pra te louvar
desfaz todas as tristezas
incertezas desamor
purifica o teu nome oh meu Senhor

podes reinar
Senhor Jesus,
o teu poder teu povo sentirá
que bom Senhor
saber que estás presente aqui
reina Senhor neste lugar

"QUÃO GRANDE ÉS TU"



Quão Grande És Tu”

Senhor meu Deus, quando eu maravilhado
Fico a pensar nas obras de Tuas mãos
O céu azul de estrelas pontilhado
O Seu poder mostrando a criação

REFRÃO:
Então minh'alma canta a Ti, Senhor
Quão grande és Tu
Quão grande és Tu
Então minh'alma canta a Ti, Senhor
Quão grande és Tu
Quão grande és Tu

Quando a vagar nas matas e florestas
O passaredo alegre ouço a cantar
Cruzando os montes, vales e florestas
O Teu poder mostrando a criação

[REFRÃO]

Quando eu medi o Teu amor tão grande
Teu Filho dando ao mundo pra salvar
Na cruz verteu Seu precioso sangue
Minh'alma pôde assim purificar

[REFRÃO]

E quando, enfim, Jesus vier em Glória
E ao lar celeste então me transportar
Eu adorarei prostrado e para sempre
Quão grande és Tu, meu Deus, hei de cantar

terça-feira, 14 de abril de 2009

AOS JOVENS HOMOSSEXUAIS



É difícil para um jovem católico como eu falar aos jovens homossexuais sobre a homossexualidade. Primeiro porque, muito por culpa dos media e dos inimigos da Santa Religião,ainda se pensa que a Igreja discrmina as pessoas com esta tendência. Esta ideia errada, aliada ao não conhecimento do Catecismo da Igreja Católica, incute no homossexual católico sentimentos confusos, pois vive na ansiedade e na angústia de não estar a viver rectamente de acordo com os preceitos de Deus e da Sua Igreja e, ao mesmo tempo, de não se sentir bem consigo mesmo.

Assim, é difícil explicar o que a Igreja recomenda a estas pessoas, chamadas à santidade como todos. Quando usamos (e eu também as uso) palavras mais ásperas contra o homossexualismo, é exactamente contra ele que me pronuncio e não contra os homossexuais enquanto pessoas. É contra a imposição da homossexualidade como “normal”. A ajuda aos homossexuais não pode passar por “normalizar” uma coisa que nunca o foi, não é e não o será. É daquelas coisas que não são votadas ou decididas por ninguém. É a natureza humana. E a natureza e a dignidade humana manifestam-se, entre outras coisas, pela união de homem e mulher, num sentido unitivo e procriativo.

Há homossexuais que o são desde sempre. Há os que descobrem esta tendência desordenada mais tarde. Há os que o são apenas por moda. Seja qual for o caso, todos são chamados à santidade e à salvação, desde que procurem sinceramente na Igreja uma ajuda – valiosa! – que lhes permita viver, dentro dos limites da sua condição, uma vida de santidade e felicidade. Mas para isso tem de se estar decidido a amar muito a Nosso Senhor e à Santíssima Virgem. O amor a Deus e a Nossa Senhora, exemplo perfeito se santidade, castidade, sacrifício e obediência é um passo muito importante para um homossexual católico viver na Lei do Senhor.

Do Catecismo da Igreja Católica:

Um número não negligenciável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente enraizadas. Esta inclinação objectivamente desordenada constitui, para a maioria, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza.

As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes de autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.

A Igreja entende que a homossexualidade traz em si causas complexas e não exclui do seu meio àqueles que lutam por uma normalidade. O que a Igreja nunca aceitará é a prática homossexual – o homossexualismo. O mal, o pecado não está no facto de se ter esta tendência homossexual. É a prática é o que caracteriza o erro. Entendendo isso, ao jovem homossexual só resta uma saída: viver a castidade, ou seja, não manter relação sexual com ninguém. A castidade, quando bem vivida, pode fortificar a resolução do jovem em evitar a prática homossexual.

Para quem já caiu no erro, Nosso Senhor oferece, através da Sua Igreja, um excelente remédio: o Sacramento da Penitência. Uma confissão sincera, feita com um sacerdote amigo, pode ajudar o jovem a buscar uma saída segura e feliz.

A Igreja não aceita nem aceitará a prática homossexual porque o sexo foi criado por Deus não apenas com a função de obter prazer, mas principalmente como um meio de procriar. Como é que dois homens ou duas mulheres podem gerar um filho? O sexo no casamento traz prazer e é sagrado. Fora dele é pecaminoso e traz tristeza.Ninguém é verdadeiramente feliz, quando se vive permanentemente em pecado.

Diz-nos Paulo Franklin:

A tendência homossexual nunca pode ser entendida como “normal”. Não se pode “deixar” que as pessoas sigam seus instintos simplesmente por que somos livres para escolher o que é melhor ou não para a nossa vida. A nossa liberdade acaba no momento em que ela é mal usada.

A pior coisa que se pode fazer para ajudar um jovem homossexual é aconselhá-lo a ter uma experiência sexual com alguém do sexo oposto para vê no que dá. Não se resolve um problema atirando no escuro. O jovem homossexual precisa descobrir as causas da sua homossexualidade e trabalhar arduamente para combatê-las.

Muitas vezes, o jovem que sofre com esta realidade considera mais fácil aceitar-se como homossexual e viver a homossexualidade ao invés de procurar ajuda para buscar uma normalidade. A Igreja ensina que é possível sim deixar de ser homossexual. Assim como se pode deixar de beber, deixar de usar drogas ou deixar de roubar, pode-se perfeitamente direcionar a sexualidade para uma atitude sadia. E não existe ex-homossexual. A pessoa que deixa de lado a prática da homossexualidade torna-se homem ou mulher, mas nunca um ex-homossexual. A decisão é sempre da pessoa que percebe a cruz que carrega e luta para viver diferente.

Não se pode aceitar a mentalidade mundana que trata a homossexualidade com algo normal e totalmente aceitável. A Igreja não aceita a prática homossexual e luta para que seus filhos busquem a castidade como forma de vencer-se a cada dia.

Não se deve ficar a penar e a culpar-se por ter caído no erro.

O arrependimento nos impulsiona a fazer melhor. A culpa nos paralisa. Quer mudar?

É verdade que a cruz da tendência homossexual é pesada, mas sabemos que é da cruz que vem a Ressureição. O homossexual que souber viver com essa tendência, mas sem praticar o acto pecaminoso, está a subir a escada da santidade. Para isso é preciso a graça de Deus, o Sacramento da Confissão quando cair e receber o Santíssimo Sacramento Eucaristia frequente e nas devidas condições, se possível diariamente. Aliás, todos somos chamados a fazer isto. Os Santos são do mesmo barro que nós, tiveram seus momentos difíceis, mas conseguiram vencer com o seu esforço e o auxílio de Deus.

São Pedro diz que Cristo “carregou as nossas enfermidades”.

Jesus carregou também a cruz dos homossexuais. Por isso, Nosso Senhor não negará a ajuda, pela Sua graça, no combate pela virtude da castidade, a quem sinceramente Lha pedir.

Mãe Castíssima, modelo perfeito de castidade, rogai por nós!

São José, Esposo Castíssimo da Virgem Santa Maria e defensor das almas Virgens e Castas, rogai por nós!

domingo, 12 de abril de 2009

CURIOSIDADES CATÓLICAS



A Castidade e o Celibato dos Padres


São Pedro era celibatário, a castidade é um estado de vida mais perfeito do que o matrimônio, etc.


1 Coríntios 7: "Quisera que todos os homens fossem como eu [celibatário]; mas cada um recebe de Deus o seu dom particular, um, deste modo; outro, daquele modo.". (8)"Contudo, digo às pessoas solteiras e às viúvas que é bom ficarem como eu". "Estás ligado a uma mulher? Não procures romper o vínculo. Não estás ligado a uma mulher? Não procures mulher. "Portanto, procede bem aquele que casa a sua virgem; e aquele que não a casa, procede melhor ainda".

À Nosso Senhor, perguntam os discípulos "...não convém casar? ... Não são todos que compreendem esta palavra, mas somente aqueles a quem é dado"(Mt. 19,11)
"Todo aquele que tiver deixado casa, irmãos ou irmãs, pai ou mãe, mulher ou filhos, ou terras, por amor de meu nome, receberá o cêntuplo e a vida eterna" (Mt 19, 29).

Em S. Lucas: "Na verdade vos digo, que não há quem deixe, pelo reino de Deus, casa, pais, irmãos ou mulher que não receberá... a vida eterna" (Lc 18, 29-30)
O Casamento não é obrigatório
O Concílio de Trento esclareceu um ponto muito importante. Afinal, o casamento é de preceito, é obrigatório?

A teologia ensina que o matrimônio foi uma obrigação de direito natural, para nossos primeiros pais, depois da queda; porém, este preceito não obrigava senão no caso de necessidade de propagação ou de conservação da raça humana, como o preceito de esmola não obriga senão no caso da necessidade de um indivíduo: tal é o ensino de Suárez (lib. IX, De cast. c. 1).

O catecismo do concílio de Trento diz que a raça, tendo-se multiplicado, hoje não somente não há obrigação de casar-se, mas antes a castidade é soberanamente recomendada, e aconselhada pela Sagrada Escritura (De matr. 14). Dirão, talvez, que o matrimônio é um meio de evitar as quedas.

S. Afonso diz que um pai não pode, de nenhum modo, obrigar um filho a casar-se, se este filho pretende escolher um estado mais elevado, como são a castidade no mundo ou a vida religiosa (Theol. Mor. 1. 6 - tr. 6).

S. Pedro era Celibatário - provas da Sagrada Escritura

Os protestantes se arvoram em intérpretes da Bíblia, insinuando, que conhecem-na muito melhor que os católicos. Então, vamos procurar demonstrar - com a mesma Bíblia que eles dizem seguir - que S. Pedro era Celibatário. Eles utilizam o seguinte trecho para tentar provar que S. Pedro não podia ser celibatário: "E a sogra de Simão estava enferma" (Lc 4, 38).
Primeiramente, cabe distinguir entre celibato e castidade. A castidade pressupõe o celibato, mas este não pressupõe aquele. Uma pessoa celibatária pode ter sido casada, por exemplo. Enquanto uma pessoa que guardou a castidade a vida inteira, de regra, nunca foi casada. A não ser que tivesse feito um voto de castidade dentro do casamento, como foi o caso de Nossa Senhora.

Da Sagrada Escritura, a única coisa de certo que se pode afirmar é que S. Pedro tinha uma sogra e que, portanto, podia ser casado, podia ser viúvo, ou podia ter deixado a esposa.
De qualquer forma, estando viva ou não sua mulher, S. Pedro a tinha deixado, segundo o conselho do Mestre: "Todo aquele que tiver deixado, por amor de mim, casa, irmãos, pais, ou mãe, ou mulher, ou filhos... receberá a vida eterna" (Mt 19, 29).

Os Apóstolos compreenderam o convite de Nosso Senhor. E compreenderam tão bem que ficaram admirados, e disseram: "logo quem poderá salvar-se?" (Lc 18, 26).
S. Pedro, sem hesitação, sem embaraço, como quem fala com completa certeza, dirige-se ao divino Mestre, e exclama: "Eis que nós deixamos tudo e te seguimos" (Lc 18, 28).

E o Senhor aprova e apóia esta exclamação de Pedro, respondendo: "Na verdade vos digo, que não há quem deixe, pelo reino de Deus, casa, pais, irmãos ou mulher que não receberá... a vida eterna" (Lc 18, 29-30)
S. Pedro exclama ter deixado tudo... O Mestre o confirma, e promete-lhe o céu em recompensa.


Quando casar é pecado

Há 8 mil padres casados no Brasil. Eles não podem celebrar missa nem oficializar união na Igreja. E lutam para acabar com a exigência do celibato.

Os Padres não se casam seguindo o conselho de Nosso Senhor

O celibato não é obrigação imposta por Deus, mas um conselho de Nosso Senhor transformado em preceito pela Igreja.

S. Paulo, como visto, deixa claro que quem casa faz bem e quem não casa faz melhor (1 Cor 7, 8-40).
O Padre, portanto, escolhe para si o estado de vida mais perfeito, de acordo com sua vocação religiosa e seguindo o exemplo de Nosso Senhor e seus Apóstolos.
Nosso Senhor era Virgem, era a pureza perfeita. O sacerdote católico, que é o seu ministro, procura, o melhor possível, imitar o seu modelo divino, que disse: "Eu vos darei o exemplo para que façais como eu fiz" (Jo 13, 15). E S. Paulo acrescenta: "Sede os imitadores de Deus como filhos queridos" (Ef 5, 1).

Um escolhido para ser o "pastor" do "Povo de Deus" deve procurar, em tudo, o que aconselhou Nosso Senhor (Mt 19, 10 - 20 e 29) e S. Paulo (1 Coríntios 7, 7-38).
Como que para deixar claro a posição do sacerdote ou da pessoa que tem uma vocação mais alta, Cristo afirma: "Se alguém quiser vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga" (Mt 16, 24), e ainda: "Se quiseres ser perfeito, vai, vende o que tens, e dá o valor aos pobres" (Mt. 19, 21).

Um pastor protestante tem obrigações com sua esposa e com seus filhos. Obrigações de sustento, de proteção, de amparo, de educação, etc. Portanto, o seu desprendimento das coisas desse mundo acaba ficando tolhido, pelo menos em parte.

Para querer provar que um padre deve se casar, os protestantes, segundo seu costumeiro "Livre Exame", utilizam-se de um texto de S. Paulo. É claro que, segundo a interpretação de cada um, um mesmo texto acaba levando a conclusões diametralmente opostas...
Diz S. Paulo: "Se alguém deseja o episcopado, deseja uma boa obra. Importa que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, sóbrio, prudente, conciliador, modesto, hospitaleiro, capaz de ensinar" (1 Tim 3, 1-2).

Prova apenas o que a Igreja sempre ensinou, ou seja, que o celibato não é uma obrigação divina, mas sim um conselho de Nosso Senhor e do próprio S. Paulo (1 Cor 7, 7 - 38). O Apóstolo não diz: "é preciso que o bispo seja casado!"; mas diz: "Sendo ele casado, deve sê-lo com uma mulher só", excluindo, deste modo, a tal "bigamia" pública ou oculta...
Ora, nunca a Igreja ensinou que o celibato era de ordem divina, mas sim de ordem eclesiástica.

O padre deve ser "pai espiritual" de todos; e para isso, não deve ser pai carnal de ninguém. Seu tempo não lhe pertence e não poderia pertencer à sua família carnal, pois ele deve viver para a Igreja e para a religião, e não para mulher e filhos. Ele deve renunciar ao conforto do lar e à família, para consagrar-se ao serviço de Deus.

Agora, querendo justificar sua posição, protestantes procuram lançar pedras contra o sacerdócio católico... Ignoram a Bíblia, os conselhos de Cristo e os preceitos da Igreja. Mais deveriam tentar limpar a imagem de seus 'fundadores' do que atacar a Igreja fundada por Cristo.

A GRANDE FAMÍLIA

O padre Lauro Motta (no centro) tem três filhos e quatro netos. "O povo queria que eu ficasse na Igreja mesmo casado. O VATICANO, não".

Os casos de pedofilia que envolvem padres, no mundo inteiro, suscitam um debate sobre até que ponto a repressão sexual influi na deturpação da libido. "A pedofilia na Igreja é conseqüência direta do celibato", afirmou Arnaldo Jabor, ex-seminarista, num artigo publicado no jornal O Globo. "A sexualidade, força máxima da vida, uma vez esmagada, vira uma máquina de perversões." Hortal rebate. "Isso é uma estupidez sem tamanho. A pedofilia não se dá exclusivamente entre pessoas céleres, dá-se também entre os casados. Aliás, a imensa maioria dos pedófilos é casada", diz.

Doutor em Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma, Paulo Fernando Carneiro de Andrade afirma que o celibato pode ser revisto porque não é um dogma da Igreja, mas uma disciplina eclesiástica.

Segundo ele, em dois episódios, padres casados puderam entrar para a Igreja Católica. Os papas Pio XII e João Paulo II ordenaram pastores anglicanos casados que se converteram ao catolicismo e viraram padres. Nas contas dos casados, nada menos que 39 papas tiveram mulheres.
O celibato, diz Andrade, vale apenas para a igreja latina, que segue a doutrina romana. Na Ucrânia e no Líbano, padres católicos podem ser casados, porque a Igreja Católica do Oriente permite.

Foi inconformado com o celibato que o padre Mauro Queiroz, hoje com 75 anos, deixou a Igreja. Ele se casou em 1974 e hoje tem três filhos. "Não me arrependo. O futuro de um padre é muito triste. Ele não tem família, não tem quem cuide dele na velhice. Morre sozinho, agarrado a uma causa em que a maioria não acredita mais."